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	<title>EcoBrasil Agência Verde</title>
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	<description>Pesquisa e Informação para Desenvolvimento Socioambiental</description>
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		<title>Dia do Agente de Defesa Ambiental</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 11:12:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lili</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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Agente de defesa ambiental

O Agente de Defesa Ambiental é responsável por fiscalizar, resolver e propor atividades e obras para a conservação e prevenção do meio ambiente, através de vistorias, estudos técnicos de locais, análise de processos e avaliação de impactos, visando o cumprimento da legislação ambiental. Esse profissional promove a educação, orientando o público sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a href="http://www.agenciaecobrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/02/THINK-GREEN.jpg" rel="fancybox-gallery"><img class="aligncenter size-full wp-image-785" title="THINK GREEN" src="http://www.agenciaecobrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/02/THINK-GREEN.jpg" alt="" width="320" height="400" /></a></h3>
<p>Agente de defesa ambiental</p>
<div>
<p>O Agente de Defesa Ambiental é responsável por fiscalizar, resolver e propor atividades e obras para a conservação e prevenção do meio ambiente, através de vistorias, estudos técnicos de locais, análise de processos e avaliação de impactos, visando o cumprimento da legislação ambiental. Esse profissional promove a educação, orientando o público sobre os cuidados existentes para garantir a preservação do meio ambiente, e o seu controle de qualidade. Além disso, é sua função garantir o correto funcionamento do sistema de vigilância, monitoramento e coibição de infratores, e combater os danos causados, pelo homem, à natureza.</p>
<h4>Graduação Necessária</h4>
<p>Não há graduação específica para que o indivíduo possa atuar como Agente de Defesa Ambiental. Isto é, ele pode trabalhar se tiver concluído o ensino médio, ou se possuir formação superior completa em áreas como, Biologia, Engenharia Ambiental, Ecologia, entre outras. Existem também cursos de qualificação como de prevenção e incêndios, não sendo exigida experiência profissional.</p>
<h4>Regulamentação da Carreira</h4>
<p>Não há regulamentação para a profissão de Agente de Defesa Ambiental.</p>
<h4>Especializações Possíveis</h4>
<p>Não há especializações possíveis para a profissão de Agente de Defesa Ambiental.</p>
<h4>Aptidões Desejáveis</h4>
<p>É importante que o Agente de Defesa Ambiental demonstre segurança, paciência e responsabilidade social, domine as legislações ambientais e conhecimentos gerais, e se preocupe com questões de desenvolvimento e sustentabilidade. Também é desejável que saiba se comunicar, tenha perfil de liderança e cultive a ética profissional. Além disso, espera-se que o profissional tenha interesse nas áreas de saúde e ecologia, possua capacidade avaliativa, de autocontrole, e adaptabilidade, assim como tenha noções de análise de soluções e problemas.</p>
<h4>Campos de Atuação</h4>
<p>O Agente de Defesa Ambiental pode atuar nas áreas relacionadas à biologia, e nos setores ligados à agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e pescas. Esse profissional também atua na elaboração de projetos ambientais, como guarda florestal em parques, e no cargo de inspetor e policial agrícola e de mananciais.</p>
<h4>Certificações</h4>
<p>Não há certificações para a profissão de Agente de Defesa Ambiental.</p>
</div>
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		<title>CERRADO &#8211; bioma do tipo biócoro savana que ocorre no Brasil.</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 20:25:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lili</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca]]></category>

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O Cerrado é um dos seis grandes biomas brasileiros.
 

As &#8220;savanas brasileiras&#8221; — o Cerrado e a Caatinga — são uma forma de vegetação que tem diversas variações fisionômicas ao longo das grandes áreas que ocupam do território do país.
É uma área zonal, como as savanas da África, e corresponde grosso modo ao Planalto [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Cerrado é um dos seis grandes biomas brasileiros.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></h4>
<h4 style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><a href="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/08/Imagem-OFICINA-GERAL-072.jpg" rel="fancybox-gallery"><img class="alignnone size-medium wp-image-634" title="Imagem OFICINA GERAL 072" src="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/08/Imagem-OFICINA-GERAL-072-300x225.jpg" alt="Vegetação de Cerrado" width="328" height="256" /></a></span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As &#8220;savanas brasileiras&#8221; — o Cerrado e a Caatinga — são uma forma de vegetação que tem diversas variações fisionômicas ao longo das grandes áreas que ocupam do território do país.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É uma área zonal, como as savanas da África, e corresponde grosso modo ao Planalto Central.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Cerrado é o segundo maior bioma brasileiro, estendendo-se por uma área de 2.045.064 km2 , abrangendo oito estados do Brasil Central: Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí e o Distrito Federal.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Cortado por três das maiores bacias hidrográficas da América do Sul, tem índices pluviométricos regulares que lhe propiciam sua grande biodiversidade.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Ecossistemas do bioma cerrado do Brasil:</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">cerrado (ecossistema)</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">cerradão</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">campestre</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">floresta de galeria</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Há também os ecossistemas de transição com os outros biomas que fazem limite com o Cerrado.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A paisagem do Cerrado possui alta biodiversidade, embora menor que a mata atlântica e a floresta amazônica. Pouco afetado até a década de 1960, está desde então crescentemente ameaçado, principalmente os cerradões, seja pela instalação de cidades e rodovias, seja pelo crescimento das monoculturas, como soja e o arroz, a pecuária intensiva, a carvoaria e o desmatamento causado pela atividade madeireira e por frequentes queimadas, devido às altas temperaturas e baixa umidade, quanto ao infortúnio do descuido humano.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nas regiões onde o cerrado predomina, o clima é quente e há períodos de chuva e de seca, com incêndios espontâneos esporádicos, com alguns anos de intervalo entre eles, ocorrendo no período da seca.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A vegetação, em sua maior parte, é semelhante à de savana, com gramíneas, arbustos e árvores esparsas. As árvores têm caules retorcidos e raízes longas, que permitem a absorção da água &#8211; disponível nos solos do cerrado abaixo de 2 metros de profundidade, mesmo durante a estação seca do inverno.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Dependendo de sua concentração e das condições de vida do lugar, pode apresentar mudanças diferenciadas denominadas de cerradão, campestre e cerrado (latu sensu), intercalado por formações de florestas, várzeas, campos rupestres e outros. Nas matas de galeria aparecem por vezes as veredas.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Outros ecossistemas: Campo Sujo, Campo Cerrado, Cerrado Rupestre, Mata Seca ou Mata Mesofítica e Parque Cerrado.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Grande parte do Cerrado já foi destruída, em especial para a instalação de cidades e plantações, o que o torna um bioma muito mais ameaçado do que a Amazônia.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">CLIMA</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O clima predominante no Cerrado é o Tropical Sazonal, de inverno seco. A temperatura média anual é de 25° C, podendo chegar a marcações de até 40° C na primavera. As mínimas registradas podem chegar a valores próximos de 10° C ou até menos, nos meses de maio, junho e julho.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A precipitação média anual fica entre 1 200 e 1 800 mm, sendo os meses de março e outubro os mais chuvosos. Curtos períodos de seca, chamados de veranicos, podem ocorrer no meio da primavera e do verão. No período de maio a setembro os índices pluviométricos mensais reduzem-se bastante, podendo chegar a zero.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nos períodos de estiagem, o solo se desseca muito, mas somente em sua parte superficial (1,5 a 2 metros de profundidade). Mas vários estudos já demonstraram que, mesmo durante a seca, as folhas das árvores perdem razoáveis quantidades de água por transpiração, evidenciando a disponibilidade deste mineral nas camadas profundas do solo. Outra evidência é a floração do ipê-amarelo na estação da seca, porém a maior demonstração deste fato é a presença de extensas plantações de eucaliptos, crescendo e produzindo plenamente, sem necessidade de irrigação e adubação.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ventos fortes e constantes não são características gerais do Cerrado. Normalmente a atmosfera é calma e o ar fica, muitas vezes, quase parado. Em agosto costumam ocorrer algumas ventanias, levantando poeiras e cinzas de queimadas a grandes alturas, através de redemoinhos que se podem ver de longe.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A radiação solar é bastante intensa, podendo reduzir-se devido à alta nebulosidade nos meses excessivamente chuvosos do verão.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">RELEVO</span></h4>
<h4 style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><a href="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/08/ATcAAAC_Vg8yXcDCPZHIc6DsWRg-_PbAjgb_UZ1Y3vBGSbI23kkAPQtQDQ-Cm23TUGoIXl1V5Q8jBMemyQkMFGXm_3S5AJtU9VB-vte6AVt80ot9fboYxUw0Qix1zA.jpg" rel="fancybox-gallery"><img class="alignnone size-medium wp-image-635" title="ATcAAAC_Vg8yXcDCPZHIc6DsWRg-_PbAjgb_UZ1Y3vBGSbI23kkAPQtQDQ-Cm23TUGoIXl1V5Q8jBMemyQkMFGXm_3S5AJtU9VB-vte6AVt80ot9fboYxUw0Qix1zA" src="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/08/ATcAAAC_Vg8yXcDCPZHIc6DsWRg-_PbAjgb_UZ1Y3vBGSbI23kkAPQtQDQ-Cm23TUGoIXl1V5Q8jBMemyQkMFGXm_3S5AJtU9VB-vte6AVt80ot9fboYxUw0Qix1zA-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></span></h4>
<h4 style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"> </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os pontos mais elevados do Cerrado estão na cadeia que passa por Goiás em direção sudeste-nordeste. O Pico Alto da Serra do Pireneus, com 1 385 metros de altitude, a Chapada dos Veadeiros, com 1 250 metros e outros pontos com elevação consideradas que se estendem em direção noroeste; a Serra do Jerônimo e outras serras menores, com altitudes entre 500 e 800 metros./O relevo é um tanto acidentado, com poucas áreas planas. Nos morros mais altos são encontrados pedregulhos, argila com inclusões de pedras e camadas de areia.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">VEGETAÇÃO</span></h4>
<h4 style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><a href="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/08/Imagem-OFICINA-GERAL-140.jpg" rel="fancybox-gallery"><img class="alignnone size-medium wp-image-636" title="Imagem OFICINA GERAL 140" src="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/08/Imagem-OFICINA-GERAL-140-300x225.jpg" alt="" width="367" height="245" /></a></span></h4>
<h5 style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">Vegetação de Cerrado</span></h5>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Outra formação é constituída por aflorações e rochas calcárias, com fendas, grutas e cavernas em diferentes tamanhos. Por cima das rochas há uma vegetação silvestre. Possui campos e vales com vegetação bem característica e há ainda uma floresta-galeria rodeando riachos e lagoas.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os solos apresentam-se intemperizados, devido à alta lixiviação e possuem baixa fertilidade natural. Apresenta pH ácido, variando de 4,3 a 6,2. Possui elevado conteúdo de alumínio, baixa disponibilidade de nutrientes, como fósforo, cálcio, magnésio, potássio, matéria orgânica, zinco, argila, compondo-se de caulinita, goetita e gibsita. O solo é bem drenado, profundo e com camadas de húmus.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Há estruturas do solo bem degradadas, devido às atividades agrícolas e pastagens, inclusive o chamado reflorestamento com Eucalyptus na década de 1960. A recuperação é muito difícil, principalmente nos cerradões, devido às características do solo e ao regime de chuvas. Pode ser tentada a revegetação associado com plantio de milho, feijão, café, freijó, maniçoba, buriti ou dendê, no sistema de agrofloresta.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">FLORA</span></h4>
<h4 style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><a href="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/08/DSC_0215.jpg" rel="fancybox-gallery"><img class="alignnone size-medium wp-image-637" title="DSC_0215" src="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/08/DSC_0215-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></span></h4>
<h4 style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">Ipê Amarelo</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mesmo que não totalmente conhecida, a flora do Cerrado é riquíssima. Sua cobertura vegetal é a segunda maior do Brasil, abrangendo uma área de 20% do território nacional. Apresenta as mais diversas formas de vegetação, desde campos sem árvores, ou arbustos, até o cerrado lenhoso denso com florestas-galeria. Reconhecido como a savana mais rica do mundo em biodiversidade com a presença de diversos ecossistemas, riquíssima flora com mais de 10.000 espécies de plantas, sendo 4.000 endêmicas desse bioma.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os campos cobrem a maior parte do território. É essencialmente coberto por gramíneas, com árvores e arbustos. É subdividido em campo de cerrado e campo limpo, que se diferenciam na formação do terreno e na composição do solo, com declives ou plano.</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As árvores mais altas do Cerrado chegam a 15 metros de altura e formam estruturas irregulares. Apenas nas matas ciliares as árvores ultrapassam 25 metros e possuem normalmente folhas pequenas. Nos chapadões arenosos e nos quentes campos rupestres estão os mais exuberantes e exóticos cactos, bromeliáceas e orquídeas, contando com centenas de espécies endêmicas. E ainda existem espécies desconhecidas, que devido à ação do homem podem ser destruídas antes mesmo de serem catalogadas.</span></h4>
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		<title>Época de seca no Cerrado</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 19:58:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lili</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Cerrado é um bioma do tipo biócoro savana que ocorre no Brasil&#8221;.
De abril a setembro é tempo de seca no Cerrado. Muito cuidado para não provocar queimadas nesse bioma tão ameaçado.
 

Ipê &#8211; Cores do Cerrado em época de seca.

Vegetação seca ao lado das rodovias em regiões de Cerrado ficam vulneráveis à queimadas.

 Depois da queimada.

 [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>&#8220;Cerrado</strong> é um bioma do tipo biócoro savana que ocorre no Brasil&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">De abril a setembro é tempo de seca no Cerrado. Muito cuidado para não provocar queimadas nesse bioma tão ameaçado.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/08/DSC_0275.jpg" rel="fancybox-gallery"><span style="color: #000000;"><img class="size-medium wp-image-625 aligncenter" title="Ipê - Cores do Cerrado em época de seca." src="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/08/DSC_0275-200x300.jpg" alt="" width="333" height="397" /></span></a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">Ipê &#8211; Cores do Cerrado em época de seca.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/08/DSC_0277.jpg" rel="fancybox-gallery"><span style="color: #000000;"><img class="size-medium wp-image-626 aligncenter" title="Vegetação do Cerrado em época de seca." src="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/08/DSC_0277-300x200.jpg" alt="" width="361" height="258" /></span></a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">Vegetação seca ao lado das rodovias em regiões de Cerrado ficam vulneráveis à queimadas.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/08/DSC_0279.jpg" rel="fancybox-gallery"><span style="color: #000000;"><img class="size-medium wp-image-627 aligncenter" title="Após o fogo." src="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/08/DSC_0279-300x200.jpg" alt="" width="378" height="231" /></span></a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"> Depois da queimada.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/08/DSC_0281.jpg" rel="fancybox-gallery"><span style="color: #000000;"><img class="size-medium wp-image-628 aligncenter" title="Atenção com a vegetação de Cerrado" src="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/08/DSC_0281-300x200.jpg" alt="" width="405" height="277" /></span></a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"> Queimada ao lado da rodovia</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/08/DSC_0282.jpg" rel="fancybox-gallery"><span style="color: #000000;"><img class="size-medium wp-image-629 aligncenter" title="Pôr do Sol no Cerrado." src="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/08/DSC_0282-300x200.jpg" alt="" width="419" height="239" /></span></a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;">Imagem feita ao lado da cena da queimada anterior.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O clima predominante no Cerrado é o Tropical Sazonal, de inverno seco. A temperatura média anual é de 25° C, podendo chegar a marcações de até 40° C na primavera. As mínimas registradas podem chegar a valores próximos de 10° C ou até menos, nos meses de maio, junho e julho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A precipitação média anual fica entre 1 200 e 1 800 mm, sendo os meses de março e outubro os mais chuvosos. Curtos períodos de seca, chamados de veranicos, podem ocorrer no meio da primavera e do verão. No período de maio a setembro os índices pluviométricos mensais reduzem-se bastante, podendo chegar a zero.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nos períodos de estiagem, o solo se desseca muito, mas somente em sua parte superficial (1,5 a 2 metros de profundidade). Mas vários estudos já demonstraram que, mesmo durante a seca, as folhas das árvores perdem razoáveis quantidades de água por transpiração, evidenciando a disponibilidade deste mineral nas camadas profundas do solo. Outra evidência é a floração do ipê-amarelo na estação da seca, porém a maior demonstração deste fato é a presença de extensas plantações de eucaliptos, crescendo e produzindo plenamente, sem necessidade de irrigação e adubação .</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ventos fortes e constantes não são características gerais do Cerrado. Normalmente a atmosfera é calma e o ar fica, muitas vezes, quase parado. Em agosto costumam ocorrer algumas ventanias, levantando poeiras e cinzas de queimadas a grandes alturas, através de redemoinhos que se podem ver de longe.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A radiação solar é bastante intensa, podendo reduzir-se devido à alta nebulosidade nos meses excessivamente chuvosos do verão.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> </span></p>
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		<title>Construção Sustentável</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 22:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lili</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte do texto: IDHEA
O debate mundial sobre a necessidade de construções com menor impacto sobre o meio ambiente começou após a Primeira Crise do Petróleo, em 1973, quando os países exportadores de petróleo subiram abruptamente o preço de seus produtos, forçando o Ocidente a encontrar opções para seu abastecimento.
As nações desenvolvidas –então altamente vorazes e dependentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_590" class="wp-caption aligncenter" style="width: 371px"><a href="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/06/juvetlandscapehotel-jsa3.jpg" rel="fancybox-gallery"><img class="size-medium wp-image-590" title="juvetlandscapehotel-jsa3" src="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/06/juvetlandscapehotel-jsa3-284x300.jpg" alt="" width="361" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Juvet landscape hotel - Gudbrandsjuvet, Norway - Foto: Photographs JSA</p></div>
<h6 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte do texto: IDHEA</span></h6>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O debate mundial sobre a necessidade de construções com menor impacto sobre o meio ambiente começou após a Primeira Crise do Petróleo, em 1973, quando os países exportadores de petróleo subiram abruptamente o preço de seus produtos, forçando o Ocidente a encontrar opções para seu abastecimento.</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As nações desenvolvidas –então altamente vorazes e dependentes de recursos energéticos- tiveram de repensar suas estratégias de produção e estilo de vida. Pela primeira vez, a busca por maior eficiência energética tornou-se um imperativo em todos os setores da economia, incluindo as edificações, que demandavam grandes quantidades de energia para iluminação, funcionamento e sistemas de calefação e refrigeração.</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Crise do Petróleo levou o Ocidente ao desenvolvimento de novos modelos e ferramentas de gestão de processos, como a Análise de Ciclo de Vida (ACV), alterando padrões na própria arquitetura e construção civil, gerando novos e inesperados impactos, como ‘efeitos colaterais’ aos danos corrigidos.</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Finalmente, após a Rio’ 92, seriam dados passos definitivos para a sistematização de um modelo que buscasse, por meio das edificações, reproduzir ao máximo as características do meio ambiente natural no ambiente construído e incorporar o conceito de ecologia em seus processos. Nascia a Construção Sustentável.</span></h5>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Cronologia</span></h4>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">1987 &#8211; lançamento do Informe “Nosso Futuro Comum”, coordenado por Gro Harlem Brundtland, da ONU. Foi quando se cunhou a expressão Desenvolvimento Sustentável;</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">1992 &#8211; 2a. Conferência Mundial para o Desenvolvimento e Meio Ambiente (Rio’92), com a criação da Agenda 21;</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">1997 – Junho, em Helsinque, Finlândia, com o primeiro encontro sobre Construção Sustentável.</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">1998 – Lançamento do BREEAM, no Reino Unido, primeira entidade de certificação de prédios sustentáveis no mundo.</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></h5>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Construção sustentável é:</span></h4>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Aquela que, com especial respeito e compromisso com o Meio Ambiente, implica no uso sustentável da energia. [Casado];</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Aquela que reduz os impactos ambientais causados pelos processos construtivos, uso e demolição dos edificios e pelo ambiente urbanizado [Lanting];</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Um sistema construtivo que promove alterações conscientes no entorno, de forma a atender as necessidades de habitação do homem moderno, preservando o meio ambiente e os recursos naturais, garantindo qualidade de vida para as gerações atuais e futuras [IDHEA].</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Há nove passos principais para se chegar a uma Construção Sustentável, que reproduza as características originais do meio ambiente natural:</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Planejamento Sustentável da Obra</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Aproveitamento passivo dos recursos naturais</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Eficiência energética</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Gestão e economia da água</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Gestão dos resíduos na edificação</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Qualidade do ar e do ambiente interior</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Conforto termo-acústico</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Uso racional de materiais</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Uso de produtos e tecnologias ambientalmente amigáveis</span></h5>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Introdução</span></h4>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O conceito de Construção Sustentável baseia-se no desenvolvimento de um modelo que permita à construção civil enfrentar e propor soluções aos principais problemas ambientais de nossa época, sem renunciar à moderna tecnologia e à criação de edificações que atendam as necessidades de seus usuários.</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></h5>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O que é Construção Sustentável?</span></h4>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Construção Sustentável é um sistema construtivo que promove alterações conscientes no entorno, de forma a atender as necessidades de edificação e uso do homem moderno, preservando o meio ambiente e os recursos naturais, garantindo qualidade de vida para as gerações atuais e futuras.</span></h5>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Características básicas dos edifícios sustentáveis</span></h4>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Gestão sustentável da implantação da obra</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Consumir mínima quantidade de energia e água na implantação da obra e ao longo de sua vida útil</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Uso de matérias-primas ecoeficientes</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Gerar mínimo de resíduos e contaminação ao longo de sua vida útil</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Utilizar mínimo de terreno e integrar-se ao ambiente natural</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Não provocar ou reduzir impactos no entorno –paisagem, temperaturas e concentração de calor, sensação de bem-estar</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Adaptar-se às necessidades atuais e futuras dos usuários</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Criar um ambiente interior saudável (free VOCs/COVs)</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Proporcionar saúde e bem-estar aos usuários</span></h5>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Construção civil e economia sustentável</span></h4>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A construção civil é o segmento que mais consome matérias-primas e recursos naturais no planeta e é o terceiro maior responsável pela emissão de gases do efeito estufa à atmosfera, compreendidos aí toda a cadeia que une fabricantes de materiais e usuários finais (construtoras, empreiteiras etc.).</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Construção Sustentável tem, portanto, papel fundamental no desenvolvimento e incentivo de toda uma cadeia produtiva que possa alterar seus processos para um foco mais ecológico, de forma a reverter o quadro de degradação ambiental, bem como para preservar os recursos naturais para futuros usos e as gerações vindouras.</span></h5>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Existe um padrão único para uma Construção Sustentável?</span></h4>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não. Podem haver dezenas, talvez centenas de diferentes de obras sustentáveis. O que permite que uma obra seja considerada sustentável é a avaliação do local de sua implantação e o planejamento de todas as intervenções, de forma a agredir ao mínimo o meio ambiente antes, durante e depois da construção.</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Esta avaliação permitirá definir também o grau de sustentabilidade da obra, ou seja, os limites da mesma em relação ao meio ambiente –se será mais ou menos ecologicamente correta.</span></h5>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Como identificar e classificar obras sustentáveis?</span></h4>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É importante não apenas construir sustentavelmente, mas também comprovar que a obra de fato segue tais pressupostos. Trata-se de uma garantia para o cliente, para o mercado e uma maneira de se propagar com credibilidade e critérios o conceito de Construção Sustentável.</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Já existem sistemas de classificação de construções sustentáveis em todo o mundo –mas ainda nenhum genuinamente brasileiro. Após avaliação da obra, e caso a mesma promova benefícios ambientais consistentes, tais sistemas certificam a construção.</span></h5>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Como garantir que minha obra é sustentável?</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Obras certificadas</span></h4>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• No caso de obras comerciais, recomenda-se a certificação da obra junto a algum organismo certificador reconhecido pelo mercado nacional e internacional e acreditado junto às grandes entidades normalizadoras.</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Recomenda-se, também, todos os demais passos, mencionados no tópico a seguir.</span></h5>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Obras não-certificadas</span></h4>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Para obras sustentáveis que não serão certificadas ou para edificações residenciais unifamiliares, recomendam-se os seguintes passos:</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">• Para obras sustentáveis que não serão certificadas ou para edificações residenciais unifamiliares, recomendam-se os seguintes passos:</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">- Solicitar do consultor ou responsável pela obra dados e laudos técnicos sobre todos os materiais, tecnologias, soluções e técnicas a serem aplicadas, atestando benefícios ambientais;</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">- Solicitar aos responsáveis pela obra ou assessoria planos de viabilidade ecológica e econômica da obra, apontando benefícios ecológicos, sociais e pay-back (retorno do investimento); &#8211; Solicitar dos responsáveis detalhes sobre o método construtivo empregado e seus benefícios ambientais, bem como justificativas técnicas desde o início do planejamento, com informações detalhadas sobre todas as ações adotadas para se chegar à sustentabilidade da edificação; &#8211; Solicitar junto aos fabricantes e fornecedores de materiais diversos documentos comprovando o desempenho sustentável dos produtos e tecnologias fornecidos;</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">- Estabelecer vínculo com entidades com experiência e know-how de mercado em ecoprodutos, tecnologias e soluções sustentáveis.</span></h5>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">NOVE PASSOS PARA A OBRA SUSTENTÁVEL</span></h4>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Há nove passos principais para uma construção sustentável, que podem ser listados da seguinte maneira:</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">1. Planejamento Sustentável da Obra</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">2. Aproveitamento passivo dos recursos naturais</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">3. Eficiência energética</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">4. Gestão e economia da água</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">5. Gestão dos resíduos na edificação</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">6. Qualidade do ar e do ambiente interior</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">7. Conforto termo-acústico</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">8. Uso racional de materiais</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">9. Uso de produtos e tecnologias ambientalmente amigáveis</span></h5>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">1. Planejamento Sustentável</span></h4>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Objetivos: Planejamento Sustentável é a mais importante etapa da obra amiga do meio ambiente. A partir dele serão decididas todas as intervenções que poderão integrar a obra ao meio ambiente ou resultar em danos em curto, médio e longo prazos. Pontos trabalhados: Análise da obra, do local e das informações pertinentes; Aplicação da Análise de Ciclo de Vida para determinação das diretrizes de projeto e escolha de materiais e tecnologias; Estudos de solo; Recomendações de projeto e intervenções; Recomendação de materiais e tecnologias; Projeto de arquitetura e paisagismo sustentável; Planejamento geral e sustentável; Estudos de consumo de materiais e energia da edificação; Planejamento da logística de materiais e recursos em geral.</span></h5>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">2. Aproveitamento passivo dos recursos naturais</span></h4>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Objetivos: Aproveitar os recursos naturais que atuam diretamente sobre a obra -como sol, vento, vegetação-, para obter iluminação, conforto termo-acústico e climatização naturais.</span></h5>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">3. Eficiência energética</span></h4>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Objetivos: conservação e economia de energia; geração da própria energia consumida por fontes renováveis; controle de emissões eletromagnéticas; controle do calor gerado no ambiente construído e no entorno.</span></h5>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">4. Gestão e economia da água</span></h4>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Objetivos: Reduzir e controlar o consumo de água fornecido pela concessionária ou obtido junto a fontes naturais (poços, poços artesianos, nascentes, outros); não contaminar a água e corpos receptores; aproveitar as fontes disponíveis; tratar águas cinzas e negras e reaproveitá-las na edificação; reduzir necessidade de tratamento de efluentes pelo poder público; aproveitar parte da água pluvial disponível.</span></h5>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">5. Gestão dos resíduos na edificação</span></h4>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Objetivos: Criar área para disposição dos resíduos gerados pelos próprios moradores/usuários; reduzir geração de resíduos; reduzir emissão de resíduos orgânicos para processamento pelo Poder Público ou concessionárias; incentivar a reciclagem de resíduos secos ou úmidos.</span></h5>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">6. Qualidade do ar e do ambiente interior</span></h4>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Objetivos: Criar um ambiente interior e exterior à obra saudável a todos os seres vivos; identificar poluentes internos na edificação (água, ar, temperatura, umidade, materiais); evitar ou controlar sua entrada e atuação nociva sobre a saúde e bem–estar dos indivíduos.</span></h5>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">7. Conforto termo-acústico</span></h4>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Objetivos: Promover sensação de bem-estar físico e psíquico quanto a temperatura e sonoridade, através de recursos naturais, elementos de projeto, elementos de vedação, paisagismo, climatização e dispositivos eletrônicos e artificiais de baixo impacto ambiental.</span></h5>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">8. Uso Racional de Materiais</span></h4>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Objetivos: Racionalizar o uso de materiais de construção tradicionais e prevenir o uso de produtos cuja fabricação e uso acarretem problemas ao meio ambiente ou que são suspeitos de afetar a saúde humana.</span></h5>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">9. Uso de Produtos e Tecnologias ambientalmente amigáveis</span></h4>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Objetivos: Prever na obra uso máximo de produtos e tecnologias amigas do meio ambiente que atendam os seguintes pontos:</span></h5>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></h4>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ecologia – Coletar dados que comprovem o desempenho sustentável dos processos construtivos, produtos e tecnologias recomendados, do ponto de vista da gestão e uso de matérias-primas e insumos básicos; energia; água; emissão de poluentes; normatização; cumprimento das leis vigentes; embalagem; transportes (logística); potencial de reuso e/ou reciclagem.</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Economia &#8211; Recomendar ecoprodutos e tecnologias sustentáveis adequados à realidade financeira e capacidade de investimento do cliente, com prazo e taxas de retorno definidos (payback);</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Saúde &#8211; Avaliar a biocompatibilidade e sanidade dos produtos recomendados com o ser humano e organismos vivos em geral, com o objetivo de gerar um ambiente saudável e de elevada qualidade para seus ocupantes e vizinhança;</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Responsabilidade social &#8211; Recomendar o uso de materiais que atendam às normas brasileiras e internacionais de qualidade e padronização (NBR 16001), cuja fabricação contribua para inserção da população desfavorecida no mercado de trabalho e consumo, bem como para fixação do homem em sua região de origem.</span></h5>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Glossário Mínimo</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Materiais ambientalmente amigáveis </span></h4>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No Brasil, ainda não há normas para avaliação e certificação de produtos sustentáveis ou ambientalmente corretos, com exceção das madeiras (Madeiras Certificadas) e produtos orgânicos alimentícios. Conheça alguns termos e definições pertinentes a estes materiais e tecnologias e informe-se na hora de procurá-los:</span></h5>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Conceitos importantes</span></h4>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A nomenclatura a seguir é importante para a compreensão do conceito de construção sustentável.</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Produto ecológico – também chamado de ecoproduto. Refere-se a todo artigo de origem artesanal ou industrializada, de uso pessoal, alimentar, residencial, comercial, agrícola e industrial, que seja não-poluente, não-tóxico, benéfico ao meio ambiente e à saúde dos seres vivos, contribuindo para o desenvolvimento de um modelo econômico e social sustentável. No caso em questão, todos os ecoprodutos recomendados serão aqueles fabricados industrialmente, dentro das normas técnicas existentes no Brasil.</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Tecnologias sustentáveis – Sistemas ou equipamentos que permitem o controle, economia e geração de energia e gestão e reuso da água na edificação. Referem-se a uso, reuso e economia de água; sistemas para gestão de resíduos e poluentes; fontes de energia renovável para geração de energia (solar, eólica, biomassa, biodigestores etc.).</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Tecnologias eco-inteligentes – dispositivos utilizados para gestão e redução no consumo de energia elétrica e água. Exs.: sistemas de fluxo duplo para descarga de vasos sanitários; controladores de vazão de água; dimmerizadores.</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Energeticamente eficiente &#8211; produto ou sistema cujo uso resulte em economia de energia em sua fabricação e uso. Exemplo: lâmpadas fluorescentes compactas; eletroeletrônicos com menor consumo de energia; placas solares fotovoltaicas (energia solar para geração de eletricidade). O conceito também se aplica a edificações planejadas para consumirem menos energia, com boa conservação interna de energia, utilizando recursos como iluminação natural e materiais que favoreçam o conforto termo-acústico adequado da edificação.</span></h5>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></h5>
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		<title>17 de maio &#8211; Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca</title>
		<link>http://www.agenciaecobrasil.com.br/artigos/17-de-maio-dia-mundial-de-combate-a-desertificacao-e-a-seca/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 18:13:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lili</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[

Notícias
Ban Ki-moon pede que diversos países protejam desertos
O dia 17 de Junho (hoje) é o Dia Mundial do Combate à Desertificação e à Seca. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu aos diversos países que protejam e recuperem as zonas áridas, semi-áridas e sub-úmidas, a fim de melhorar a vida da população na região.
Ban disse [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4><span style="color: #000000;"></p>
<div id="attachment_587" class="wp-caption aligncenter" style="width: 309px"><a href="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/06/CIRIDÓ-–-RN-Foto-de-Iedo-Bezerra.jpg" rel="fancybox-gallery"><img class="size-full wp-image-587" title="CIRIDÓ – RN Foto de Iedo Bezerra" src="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/06/CIRIDÓ-–-RN-Foto-de-Iedo-Bezerra.jpg" alt="" width="299" height="214" /></a><p class="wp-caption-text">CIRIDÓ, RN - Foto: Iedo Bezerra</p></div>
<p></span></h4>
<h4><span style="color: #000000;">Notícias</span></h4>
<h4><span style="color: #800000;">Ban Ki-moon pede que diversos países protejam desertos</span></h4>
<h4><span style="color: #000000;">O dia 17 de Junho (hoje) é o Dia Mundial do Combate à Desertificação e à Seca. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu aos diversos países que protejam e recuperem as zonas áridas, semi-áridas e sub-úmidas, a fim de melhorar a vida da população na região.</span></h4>
<h4><span style="color: #000000;">Ban disse que a desertificação é uma das ameaças mais sérias para a humanidade. A desertificação é um problema mundial que atinge um quinto da população do planeta.</span></h4>
<h4><span style="color: #000000;">Ele afirmou que este é um ano da multiplicidade dos seres vivos. O homem deve saber que as zonas áridas, semi-áridas e sub-úmidas possuem uma grande multiplicidade para os seres vivos. Os desertos oferecem 30% dos alimentos de todo o mundo.</span></h4>
<h4><span style="color: #000000;">Ele salientou que a proteção e recuperação das zonas secas podem acelerar o desenvolvimento mundial, além de aumentar a garantia de alimentos e reforçar a capacidade de enfrentamento de mudanças climáticas.</span></h4>
<h4><span style="color: #000000;">(por Zeng Yun)</span></h4>
<h4><span style="color: #800000;"> </span></h4>
<h4><span style="color: #800000;">Veja Ações Sobre o Combate à Desertificação</span></h4>
<h4><span style="color: #000000;">Fonte: IICA</span></h4>
<h4><span style="color: #000000;">Relatório do Programa de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca na América do Sul</span></h4>
<h4><a href="http://www.iicadesertification.org.br/cd/html/tree-6/relatorio_de_progresso_do_sexto_semestre.pdf" target="_blank">http://www.iicadesertification.org.br/cd/html/tree-6/relatorio_de_progresso_do_sexto_semestre.pdf</a></h4>
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		<title>AMAZÔNIA &#8211; Recursos: Climáticos, Hídricos, Madeira e Vegetação</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 17:22:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lili</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
RECURSOS CLIMÁTICOS
A Região Geomorfológica da Amazônia Legal, apresenta um clima Úmido, Megatérmico e Mesotérmico, tendendo para Megatérmico. Sob a influência da baixa latitude, as temperaturas mantêm-se elevadas durante todos os meses do ano e suas médias térmicas anuais são superiores a 22o C nas partes mais elevadas, setores norte e oeste, aumentando de norte para [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><a href="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/06/regiaonorte.jpg" rel="fancybox-gallery"><img class="aligncenter size-medium wp-image-574" title="regiaonorte" src="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/06/regiaonorte-300x222.jpg" alt="" width="300" height="222" /></a></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>RECURSOS CLIMÁTICOS</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Região Geomorfológica da Amazônia Legal, apresenta um clima Úmido, Megatérmico e Mesotérmico, tendendo para Megatérmico. Sob a influência da baixa latitude, as temperaturas mantêm-se elevadas durante todos os meses do ano e suas médias térmicas anuais são superiores a 22o C nas partes mais elevadas, setores norte e oeste, aumentando de norte para sul até 27o C, quando se aproxima do Equador, com pequena amplitude térmica anual. Devido a fatores geográficos (latitude e relevo) e a fatores dinâmicos, esta região possui altos níveis de eficiência térmica durante todo o ano, razão pela qual é caracterizada por clima Megatérmico, no setor oeste, e em parte do norte (altitude de mais de 800 m) o clima é Mesotérmico, tendendo para o Megatérmico.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quanto ao regime pluviométrico, esta região é privilegiada no que diz respeito aos totais anuais, normalmente entre 1.250 mm e 2.500 mm, decrescendo de sudoeste para nordeste, estando sujeito a importantes flutuações. As chuvas, apesar de regulares, não se distribuem igualmente durante o ano, sendo o período mais chuvoso no verão (maio a agosto), implicando grandes excedentes hídricos e, conseqüentemente, com grandes escoamentos superficiais e cheias dos rios. No inverno X outono, ao contrário, observa-se o período menos chuvoso, resultando numa curta estação seca de um a três meses com pequenos déficits hídricos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Levando-se em conta o regime de umidade, ou seja, os pequenos déficits hídricos e a duração destes períodos secos, foi constatado que neste clima quente e úmido, em quase toda sua extensão, à medida que se caminha de oeste para leste, o grau de umidade efetiva diminui, determinando quatro subdomínios climáticos, B4, B3, B2 e B1. A umidade relativa do ar, média anual, situa-se entre 60% e 85%, aumentando da zona setentrional para a meridional.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>RECURSOS HÍDRICOS</strong></span></p>
<h6 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">1.Bacia Hidrográfica  &#8211; 2. Área de Drenagem: 10³ km³-  3. Defluvio Médio: m³/s &#8211; l/s/km² &#8211; 4. Descarga Média de Longo Período: hm²/ano mm/ano</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Amazonas - 1. </strong>3.900 &#8211; <strong>2.</strong> 133.380 <strong>/</strong> 34,2  &#8211; <strong>3.</strong> 4.206  &#8211; <strong>4.</strong> 1.079</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Tocantins &#8211; 1. </strong> 757  &#8211; <strong>2.</strong> 11.800 / 15,6  &#8211; <strong>3.</strong> 372 &#8211; <strong>4.</strong> 492</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Atlântico Norte</strong> &#8211;  1. 76 <strong>- 2.</strong> 3.660 / 48,2 <strong> &#8211; 3.</strong> 115  <strong>- 4.</strong> 1.520</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Produção Hídrica da Amazônia Legal &#8211; 1.</strong> 4.733 <strong>- 2.</strong> 148.840 <strong>- 3.</strong> 98 / 4.6 93<strong> &#8211; 4.</strong> 3.091</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte : DNAEE</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>RECURSOS DE MADEIRAS</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Propriedades Físicas</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Propriedades Físicas de Trinta Espécies de Madeiras Encontradas na Amazônia Legal</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">1. Nome Comum &#8211; 2. Nome Científico &#8211; 3. Peso Específico Básico (g/cm³) &#8211; 4. Contratação: </span><span style="color: #000000;">Tangencial (%) Radial (%) Volumétrica (%)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1.</strong> Açacu <strong>- 2.</strong> Hura crepitans <strong>- 3.</strong> 0.38 <strong>- 4.</strong> 5.6/ 3.6/ 9.5</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Andiroba <strong>- 2. </strong>Carapa guianensis<strong> - 3.</strong> 0.56 <strong> &#8211; 4.</strong> 8.0 / 3.9 / 12.1</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1.</strong>Angenlin da Mata  <strong>- 2. </strong>Hymenolobium petraeum <strong>- 3.</strong> 0.70 <strong> - 4.</strong>8.1 /4.6 /12.1</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1.</strong>Cedro <strong>- 2. </strong>Cedrela odorata <strong>- 3.</strong> 0.43 <strong> - 4. </strong>6.2 /4.4 /10.6</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Cedro roxo  <strong>- 2. </strong>Cedrela fissilis <strong>- 3. </strong>0.47  <strong>- 4.</strong> 6.1/ 3.6 /11.2</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Coataquiçáua  <strong>- 2. </strong>Peltogyne paniculata  <strong>- 3. </strong>0.92 <strong>- 4.</strong> 6.3 /4.2 /9.6</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Cumaru   <strong>- 2.</strong>Dipteryx odorata  <strong>- 3. </strong>0.90  <strong>- 4. </strong>8.7/ 6.1/ 13.0</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Faeira <strong>- 2. </strong>Roupala montana  <strong>- 3. </strong>0.80  <strong>- 4. </strong>12.0 /6.8 /16.8</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Fava amargosa <strong>- 2. </strong>Vataireopsis speciosa <strong>- 3. </strong>0.65 <strong>- 4. </strong>7.4 /4.9/ 10.9</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Fava japacamim <strong>- 2. </strong>Parkia gigantocarpa <strong>- 3. </strong>0.26 <strong>- 4. </strong>5.6 /1.7 /8.7</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Ingá tetê <strong>- 2. </strong>Inga paraensis <strong>- 3. </strong>0.82 <strong>- 4. </strong>10.7 /5.3 /15.9</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Jacaranda <strong>- 2. </strong>Dalbergia sp. <strong>- 3.</strong>0.80 <strong>- 4. </strong>4.6 /2.9 /8.5</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Jarana <strong>- 2. </strong>Holopyxidium jarana <strong>- 3. </strong>0.80 <strong>- 4. </strong>12.6 /6.7 /18.3</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Jatobá <strong>- 2. </strong>Himenaea courbaril <strong>- 3. </strong>0.82 <strong>- 4. </strong>3.0 /7.0 /11.0</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Louro faia <strong>- 2. </strong>Euplassa pinnata <strong>- 3. </strong>0.50 <strong>- 4. </strong>7.8 /1.8 /10.8</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Macacaúba <strong>- 2. </strong>Platymiscium trinitatis <strong>- 3. </strong>0.75 <strong>- 4. </strong>4.6 /2.6 /6.6</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Maçaranduba <strong>- 2. </strong>Manikara huberi <strong>- 3. </strong>0.89 <strong>- 4. </strong>9.4 /6.7 /15.0</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Marupá <strong>- 2. </strong>Smarouba amara <strong>- 3. </strong>0.38 <strong>- 4. </strong>5.9 /2.6 /8.8</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Melancieira <strong>- 2. </strong>Alexa grandiflora <strong>- 3. </strong>0.60 <strong>- 4. </strong>9.9 /4.7 /14.5</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Mogno <strong>- 2. </strong>Swietenia macrophylla <strong>- 3. </strong>0.52 <strong>- 4. </strong>4.7 /2.9 /7.2</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Muiracatiara <strong>- 2. </strong>Astronium lecointei <strong>- 3. </strong>0.75 <strong>- 4. </strong>7.2 /4.1 /11.0</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Muirapiranga <strong>- 2. </strong>Brosimun rubescens <strong>- 3. </strong>0.73 <strong>- 4. </strong>7.8 /5.3 /13.2</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Pará pará <strong>- 2. </strong>Jacaranda copaia <strong>- 3. </strong>0.31 <strong>- 4. </strong>8.2 /5.4 /13.9</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Pau amarelo <strong>- 2. </strong>Euxylophora paraensis <strong>- 3. </strong>0.68 <strong>- 4. </strong>6.1 /4.5 /11.1</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Pau-d&#8221;arco <strong>- 2. </strong>Tabebuia seratifolia <strong>- 3. </strong>0.92 <strong>- 4. </strong>8.0 /6.6 /13.2</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Pracuúba <strong>- 2. </strong>Trichilia lecointei <strong>- 3. </strong>0.96 <strong>- 4. </strong>7.1 /4.1/ 9.6</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Quaruba <strong>- 2. </strong>Vochysia maxima <strong>- 3. </strong>0.58 <strong>- 4. </strong>16.6/ 7.8 /26.4</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Sucupira <strong>- 2. </strong>Diplotropis purpurea <strong>- 3. </strong>0.78 <strong>- 4. </strong>7.0 /4.6 /11.8</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Sucupira amarelo <strong>- 2. </strong>Bowdichia nitida <strong>- 3. </strong>0.77 <strong>- 4. </strong>7.4/ 4.5 /12.3</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>1. </strong>Tachi preto <strong>- 2. </strong>Tachigalia myrmecophylla <strong>- 3. </strong>0.56 <strong>- 4. </strong>7.3 /4.1 /11.1</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>RECURSOS DE VEGETAÇÃO</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Destacam-se três tipos de vegetação na Amazônia Legal : Floresta Ombrófila Densa (Floresta Tropical Pluvial), disjunções da Campinarana (Campinas) e uma disjunção da Savana Estépica (campo do alto do rio Surumu) com intensa ação antrópica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O estudo da vegetação da Amazônia, bem como de qualquer outra região brasileira, passa, necessariamente, pela consideração de um evento que marcou profundamente o levantamento dos recursos naturais do País, provocando grandes alterações nos seus quadros físico e ceconômico-social.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em 1969, a National Aeronautics and Space Administration &#8211; NASA, em convênio com o Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais &#8211; INPE, realizou uma demonstração de aerolevantamento com emprego do sensor radar de visada lageral, numa área de 5.000 Km2 , no Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Com base nos resultados desta demonstração o Departamento Nacional de Produção Mineral &#8211; DNPM propôs o aerolevantamento de uma área de 40.000 Km2 , em caráter experimental, na região do Tapajós, porquanto constatou-se que só através desse método utilizando-se o radar do tipo SLAR (Side Looking Airborne Radar), de visada lateral, seria possível a obtenção a curto prazo, das informações básicas necessárias ao conhecimento dos recursos naturais da Amazônia, onde prevalecem condições atmosféricas adversas durante grande parte do ano.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Criada em 29-10-70, a Comissão de Levantamento Radargramétrico da Amazônia &#8211; CRDAM &#8211; destinou-se à execução do projeto, alterando a sua área para 1.500.000 Km2 , abrangendo grande parte da Amazônia e partes das Regiões Nordeste e Centro-Oeste.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em decorrência do êxito alcançado pelo Projeto RADAM &#8211; Radar na Amazônia, a área programada foi sucessiva.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Dessa forma, empreendeu-se, com pioneirismo, a maior operação técnico-científica conjunta para fins de levantamento de recursos naturais de área contínua do globo &#8211; O Brasil.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No que se refere ao estudo de vegetação, particularmente da Amazônia, uma grande diversificação de regiões florísticas foi revelada; em conseqüência, limites foram retificados, novos &#8220;tipos de vegetação&#8221; foram identificados e tiveram que ser revistos os conceitos das florestas formadoras da Hilaea (Hiléia) de Humboldt e Bonpland.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A vegetação da Amazônia está inteiramente situada dentro da zona Neotropical. Apresenta seu sistema ecológico médio em torno de 25o C e pelas chuvas torrenciais bem distribuídas através do ano, sem déficit hídrico mensal no balanço ombrotérmico anual. São exceção as áreas planálticas elevadas que têm a sua temperatura amenizada plea altitude e, em conseqüência, têm a sua umidade aumentada, bem como as áreas menos úmidas à &#8220;sombra&#8221; das serras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nessa condições, desenvolveu-se e propagou-se uma vegetação com as mais variadas formas de vida, ora providas de proteção contra a seca, ora sem essa proteção, entre todas dominando as fanerófitas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Essas fanerófitas indicam a linha filogenética da flora das Angiospermas que evoluiu a partir dos refúgios equatoriais localizadados nos Cratons Guianês, Guaporée Gurupi. A ampliação dos espaços criados nas bacias hidrográficas que existiam nesses cratons permitiu a comunicação dessas floras, posteriormente (do Plioceno ao Pleistoceno) enriquecidas com as contribuições oriundas dos Andes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Diz Rizzini: &#8220;Foi nesse ambiente em movimentação constante que as grandes florestas (e campos recentes) se constituíram com inigualáveis possibilidades quanto à gênese de formas novas&#8221;. Principalmente uma &#8220;grande quantidade de novas famílias de vegetais neotropicais, como por exemplo : as Cactáceas e as Bromeliáceas&#8221; , como afirmam Veloso et Góes-Filho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em resumo, com a contribuição de plantas paleotropicais e pantropicais, formaram-se os endemismos a nível de espécies, gêneros e famílias e assim se constituíram os domínios florísticos e as regiões da Zona Neotropical.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Muito se tem discutido sobre a idade provável da &#8220;Floresta Amazônica&#8221;. Atualmente, muitos autores, como Tricart (1977), avaliam em cerca de 15.000 anos a idade desta floresta. Wijmistra &amp; Hammen empregando o processo do carbono radiotivo (C14) realizaram, em 1966, estudos palinológicos na baica do rio Tacutu, afluente do rio Branco, mais precisamente no lago Moriru situado na &#8220;Savana de Rupununi&#8221; (Guiana) próximo à fronteira com o Brasil, e verificaram o seguinte :</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Houve, nestes últimos 14 mil anos, pequenas flutuações climáticas que afetaram a estrutura da Savana.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Estas flutuações de mais seco para mais úmido e vice-versa têm prováveis ligações com as variações da glaciação andina.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O atual período mais seco, que dura há mais ou menos 3 mil anos, está se tronando ligeiramente mais úmido na atualidade .</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O referido trabalho possibilita também outras interpretações capazes de esclarecer alguns pontos, até então hipotéticos, sobre a origem da Savana local.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A flora original da Savana pouco variou nestes últimos 14 mil anos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As variações estruturais por que passou a Savana têm estreitas relações com as variações do nível de água no solo, o que indica quantidade diferentes de água precipitada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na Savana existem plantas autóctones que aí vivem pelo menos há 14.000 anos, como por exemplo : a Curatella americana e espécies dos gêneros Byrsonima, Ourtea e Roupala.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na Savana existem gêneros que são encontrados na Floresta, como por exemplo : Didymopanax, Alchornia, Vismia e outros que provavelmente ocuparam a Savana por ocasião da primeira flutuação climática para mais úmido, há cerca de 10.000 anos atrás.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A floresta-de-galeria de palmeiras é antiga (mais ou menos 14.000 anos), porém algumas plantas que atualmente compõem este tipo de floresta começaram a aparecer há cerca de 10.000 anos, como, por exemplo, o gênero Virola.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Prosseguindo na hipótese de que a Floresta Amazônica é relativamente nova, verificou-se que as espécies Himathantus reticulata e antonia ovata atualmente encontradas na Savana do Rio Branco são prováveis ecotipos florestais que aí se instalaram coincidentemente com o atual período mais úmido pr que estão passando as áreas savanícolas do Hemisfério Norete, situadas a leste de Rupununi.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Concluíu-se que a vegetação arbórea da Amazônia instalou-se a partir de refúgios, ocupando a bacia primeiramente com estrutura savanícola que, pelas variações da glaciação andina , sofreram profundas variações . Posteriormente, de acordo com as flutuações climáticas de seco para úmido, ecótipos florestais se expandiram e ocuparam a maior parte da bacia, deixando áreas relíquias em meio à grande floresta hileiana.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Obs. : Artigo Extraido da Publicação : Projeto zoneamento das potencialidades dos recursos naturais da Amazônia Legal (IBGE/SUDAM).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">ÁREA DE COBERTURA FLORESTAL</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Área de Cobertura Florestal* Nativa Remanescente, por Estado &#8211; 1990/1991</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Estados Área Remanescente (ha)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Acre 15.258.141</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Amapá 11.008.532</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Amazonas 128.629.010</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Pará 95.289.400</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Rondônia 17.791.812</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Roraima 15.740.841</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Tocantins 1.199.788</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Total 284.917.524</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: &#8220;Diagnóstico e Avaliação do Setor Florestal Brasileiro&#8221;, FUNATURA/ITTO, versão preliminar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">* Refere-se apenas a Florestas Densas, Florestas Abertas e Contato Floresta/Cerrado. Outros tipos de cobertura vegetal remanescente não incluídos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Área de Cobertura Florestal* Nativa Remanescente Potencialmente Produtiva** por Estado &#8211; 1990/1991</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Estados Área Remanescente (ha)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Acre 12.576.153</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Amapá 10.851.332</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Amazonas 103.728.448</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Pará 93.755.600</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Rondônia 16.533.293</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Roraima 7.426.235</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Tocantins 1.199.788</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Total 246.070.849</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: &#8220;Diagnóstico e Avaliação do Setor Florestal Brasileiro&#8221;, FUNATURA/ITTO, versão preliminar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">* Refere-se apenas a Florestas Densas, Florestas Abertas e Contato Floresta/Cerrado. Outros tipos de cobertura vegetal remanescente, portanto não incluídos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">** Exclui as áreas legalmente protegidas (unidade de conservação e reservas indígenas).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">DEMOGRAFIA</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A situação Demográfica na Amazônia – Agosto de 2002</span></p>
</h6>
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		<title>AMAZÔNIA LEGAL</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 16:41:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lili</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca]]></category>

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		<description><![CDATA[
Legislação sobre a criação da Amazônia Legal
Em 1953, através da Lei 1.806, de 06.01.1953,(criação da SPVEA), foram incorporados à Amazônia Brasileira, o Estado do Maranhão (oeste do meridiano 44º), o Estado de Goiás (norte do paralelo 13º de latitude sul atualmente Estado de Tocantins) e Mato Grosso ( norte do paralelo 16º latitude Sul).
Com esse [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;"><a href="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/06/09102007018.jpg" rel="fancybox-gallery"><img class="aligncenter size-medium wp-image-571" title="09102007(018)" src="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/06/09102007018-225x300.jpg" alt="Pôr do Sol no Pará - Foto: Lili Abreu" width="225" height="300" /></a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Legislação sobre a criação da Amazônia Legal</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em 1953, através da Lei 1.806, de 06.01.1953,(criação da SPVEA), foram incorporados à Amazônia Brasileira, o Estado do Maranhão (oeste do meridiano 44º), o Estado de Goiás (norte do paralelo 13º de latitude sul atualmente Estado de Tocantins) e Mato Grosso ( norte do paralelo 16º latitude Sul).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Com esse dispositivo legal (Lei1.806 de 06.01.1953) a Amazônia Brasileira passou a ser chamada de Amazônia Legal, fruto de um conceito político e não de um imperativo geográfico. Foi a necessidade do governo de planejar e promover o desenvolvimento da região.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em 1966, pela Lei 5.173 de 27.10.1966 (extinção da SPVEA e criação da SUDAM) o conceito de Amazônia Legal é reinventado para fins de planejamento. Assim pelo artigo 45 da Lei complementar nº 31, de 11.10.1977, a Amazônia Legal tem seus limites ainda mais estendidos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Com a Constituição Federal de 05.10.1988, é criado o Estado do Tocantins e os territórios federais de Roraima e do Amapá são transformados em Estados Federados (Disposições Transitórias art. 13 e 14).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>LEI Nº 1.806 DE 06.01.1953</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Art.2º A Amazônia brasileira, para efeito de planejamento econômico e execução do plano definido nesta lei, abrange a região compreendida pelos Estados do Pará e do Amazonas, pelos territórios federais do Acre, Amapá, Guaporé e Rio Branco, e ainda, a parte do Estado de Mato Grosso a norte do paralelo 16º, a do Estado de Goiás a norte do paralelo 13º e do Maranhão a oeste do meridiano de 44º.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>LEI Nº 5.173 DE 27.10.1966</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Art. 2º A Amazônia para efeitos desta lei, abrange a região compreendida pelos Estados do Acre, Pará e Amazonas, pelos Territórios Federais do Amapá, Roraima e Rondônia, e ainda pelas áreas do Estado de Mato Grosso a norte do paralelo 16º, do Estado de Goiás a norte do paralelo 13º e do Estado do Maranhão a oeste do meridiano de 44º.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>LEI COMPLEMENTAR Nº 31 DE 11.10.1977</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Art. 45 A Amazônia, a que se refere o artigo 2º da lei nº 5.173, de 27 de outubro de 1966, compreenderá também toda a área do Estado de Mato Grosso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 05.10.1988 ( DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS)</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Art. 13 É criado o Estado do Tocantins, pelo desmembramento da área descrita neste artigo, dando-se sua instalação no quadragésimo sexto dia após a eleição prevista no § 3º, mas não antes de 1º de janeiro de 1989.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Art. 14 Os Territórios Federais de Roraima e do Amapá são transformados em Estados federados, mantidos seus atuais limites geográficos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Estados Que Compõe a Amazônia Legal:</strong> Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão(oeste do meridiano de 44º).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>AMAZÔNIA OCIDENTAL</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Decreto-Lei Nº 291 DE 28.02.1967</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Art. 1º § 4 Para fins deste Decreto-Lei, a Amazônia Ocidental é constituída pela área abrangida pelos Estados do Amazonas, Acre e territórios de Rondônia e Roraima.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Decreto-Lei Nº 356 DE 15.08.1968</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Art. 1º § 1 A Amazônia Ocidental é constituída pela área abrangida pelos Estados do Amazonas e Acre e os territórios federais do Rondônia e Roraima, consoante o estabelecido no § 4 do artigo 1º do Decreto-lei nº 291, de 28.02.1967.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>ESTADOS QUE COMPÕE A AMAZÔNIA OCIDENTAL</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>AMAZÔNIA ORIENTAL</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Estados Que Compõe a Amazônia Oriental</strong>: Pará, Maranhão, Amapá, Tocantins e Mato Grosso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>AMAZÔNIA CONTINENTAL</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Países Que Compõe a Amazônia Continental: </strong></span><span style="color: #000000;">Brasil, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Republica da Guiana, Suriname e Guiana Francesa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Recursos Naturais</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A área de abrangência da Amazônia Legal, corresponde em sua totalidade os Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins e, parcialmente, o Estado do Maranhão (a oeste do meridiano de 44o WGr.), e perfazendo uma superfície de aproximadamente 5.217.423 km2 correspondente a cerca de 61% do território brasileiro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></p>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 16:32:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lili</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca]]></category>

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		<description><![CDATA[
Corredor ecológico ou corredor de biodiversidade é o nome dado à faixa de vegetação que liga grandes fragmentos florestais ou unidades de conservação separados pela atividade humana (estradas, agricultura, clareiras abertas pela atividade madeireira etc.), proporcionando à fauna o livre trânsito entre as áreas protegidas e, conseqüentemente, a troca genética entre as espécies.
Floresta fragmentada pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a href="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/06/ATcAAAAILCOYOVVlqABaGJYaqKFPCciNKg-1AOZ1Hj6Aj4DwTWJ_3umHHWYEFy1TNSQNaH7TbVJCxec4QSJX3qdyLGpMAJtU9VAERKAWT3b3GSqlDZuH5MRCRbPARQ1.jpg" rel="fancybox-gallery"><img class="aligncenter size-medium wp-image-568" title="ATcAAAAILCOYOVVlqABaGJYaqKFPCciNKg-1AOZ1Hj6Aj4DwTWJ_3umHHWYEFy1TNSQNaH7TbVJCxec4QSJX3qdyLGpMAJtU9VAERKAWT3b3GSqlDZuH5MRCRbPARQ" src="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/06/ATcAAAAILCOYOVVlqABaGJYaqKFPCciNKg-1AOZ1Hj6Aj4DwTWJ_3umHHWYEFy1TNSQNaH7TbVJCxec4QSJX3qdyLGpMAJtU9VAERKAWT3b3GSqlDZuH5MRCRbPARQ1-300x225.jpg" alt="Dia Nublado no Cerrado - Foto: Lili Abreu" width="300" height="225" /></a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Corredor ecológico ou corredor de biodiversidade é o nome dado à faixa de vegetação que liga grandes fragmentos florestais ou unidades de conservação separados pela atividade humana (estradas, agricultura, clareiras abertas pela atividade madeireira etc.), proporcionando à fauna o livre trânsito entre as áreas protegidas e, conseqüentemente, a troca genética entre as espécies.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Floresta fragmentada pela agricultura. Muitos invertebrados acabam sendo isoladas na floresta. Mas animais maiores, como javalis e veados ainda podem passar facilmente de um fragmento florestal para outro. Os corredores ecológicos podem conectar estas &#8220;ilhas&#8221; entre si.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">É um conceito surgido na década de 1990 e uma das principais estratégias utilizadas na conservação da biodiversidade de determinado local. A eficiência dos corredores, porém, é um assunto controverso, pois há poucos estudos, em geral feitos no hemisfério norte, que confirmam a adoção dos corredores pelos animais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Corredores biológicos no Brasil</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Área binacional – O Corredor Binacional Iténez-Guaporé foi o primeiro a ser criado, em 2001. Ele nasce com uma área de 23 milhões de hectares (quase do tamanho do estado de São Paulo), na bacia dos rios Guaporé-Mamoré e Iténez, na fronteira do Brasil com a Bolívia. O corredor binacional está na área de maior diversidade de peixes do planeta, com 174 espécies de grande interesse comercial já catalogadas. No lado brasileiro existem 30 áreas protegidas. No território boliviano há oito unidades de preservação. Também deverão ser criados corredores nas fronteiras com Peru, Colômbia, Venezuela, Guiana e Guiana Francesa. Existem atualmente sete corredores ecológicos em fase de implementação ou estudo pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Os investimentos, porém, estão concentrados em três deles, dois com financiamento do programa piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil: o Corredor Central da Mata Atlântica e o Corredor Central da Amazônia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Prioridades –</strong> Segundo o Ibama, o corredor amazônico tem 245,5 mil quilômetros quadrados, 70% dos quais são de unidades de conservação e terras indígenas, o que facilitará sua implantação. Já o da mata Atlântica, que mede 77,5 mil quilômetros quadrados, é difícil de concretizar, pois 95% de sua área ocupada está em propriedades privadas. .. No cerrado está sendo implementado o Corredor Ecológico Araguaia-Bananal, que abrange 10 milhões de hectares nos estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso e Pará. O corredor interligará nove unidades de conservação e reveste-se de importância por representar uma região de contato do cerrado com a Amazônia. Vem sendo executado pelo Ibama, em parceria com diversas universidades da região Centro-Oeste e com a organização não governamental Conservation International.</span></p>
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		<title>Calendário Ecológico</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 02:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lili</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://institutoecobrasil.org/?p=561</guid>
		<description><![CDATA[ 

Janeiro
01 &#8211; Dia Mundial da Paz/Confraternização Universal
09 &#8211; Dia do Astronauta
11 &#8211; Dia do Controle da Poluição por Agrotóxicos
Fevereiro
02 &#8211; Dia Mundial das Zonas Úmidas
06 &#8211; Dia do Agente de Defesa Ambiental
22 &#8211; Dia da Criação do IBAMA
 
Março
01- Dia do Turismo Ecológico
14 &#8211; Dia Mundial de Luta dos Atingidos por Barragens
21 &#8211; Início do Outono
21- [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p><a href="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/06/100_0391.jpg" rel="fancybox-gallery"><img class="aligncenter size-medium wp-image-562" title="100_0391" src="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/06/100_0391-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><strong>Janeiro</strong></p>
<p>01 &#8211; Dia Mundial da Paz/Confraternização Universal</p>
<p>09 &#8211; Dia do Astronauta</p>
<p>11 &#8211; Dia do Controle da Poluição por Agrotóxicos</p>
<p><strong>Fevereiro</strong></p>
<p>02 &#8211; Dia Mundial das Zonas Úmidas</p>
<p>06 &#8211; Dia do Agente de Defesa Ambiental</p>
<p>22 &#8211; Dia da Criação do IBAMA</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Março</strong></p>
<p>01- Dia do Turismo Ecológico</p>
<p>14 &#8211; Dia Mundial de Luta dos Atingidos por Barragens</p>
<p>21 &#8211; Início do Outono</p>
<p>21- Dia Florestal Mundial</p>
<p>22 &#8211; Dia Mundial da Água</p>
<p>23 &#8211; Dia do Meteorologista</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Abril</strong></p>
<p>07 &#8211; Dia Mundial da Saúde</p>
<p>15 &#8211; Dia Nacional da Conservação do Solo</p>
<p>19 &#8211; Dia do Índio</p>
<p>22 &#8211; Dia da Terra</p>
<p>28 &#8211; Dia da Caatinga</p>
<p>        Dia da Educação</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Maio</strong></p>
<p>03 &#8211; Dia do Solo</p>
<p>         Dia do Pau-Brasil</p>
<p>05 &#8211; Dia Mundial do Campo</p>
<p>08 &#8211; Dia Mundial das Aves Migratórias</p>
<p>13 &#8211; Dia do Zootecnista</p>
<p>16 &#8211; Dia do Gari</p>
<p>18 &#8211; Dia das Raças Indígenas da América</p>
<p>22 &#8211; Dia Internacional da Biodiversidade</p>
<p>         Dia do Apicultor</p>
<p>25 &#8211; Dia do Trabalhador Rural</p>
<p>27 &#8211; Dia Nacional da Floresta Atlântica</p>
<p>29 &#8211; Dia do Geógrafo</p>
<p>30 &#8211; Dia do Geólogo</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Junho</strong></p>
<p>31/05 a 05/06 Semana Nacional do Meio Ambiente</p>
<p> 05 &#8211; Dia Mundial do Meio Ambiente</p>
<p>          Dia da Ecologia</p>
<p>08 &#8211; Dia do Citricultor</p>
<p>17 &#8211; Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca</p>
<p>21 &#8211; Início do Inverno</p>
<p>23 &#8211; Dia do Lavrador</p>
<p>29 Dia do Pescador</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Julho</strong></p>
<p>02 &#8211; Dia Nacional do Bombeiro</p>
<p>08 &#8211; Dia Nacional da Ciência</p>
<p>12 &#8211; Dia do Engenheiro Florestal</p>
<p>13 &#8211; Dia do Engenheiro Sanitarista</p>
<p>17 &#8211; Dia de Proteção às Florestas</p>
<p>25 &#8211; Dia do Colono</p>
<p>28 &#8211; Dia do Agricultor</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Agosto</strong></p>
<p>05 &#8211; Dia Nacional da Saúde</p>
<p>06 &#8211; Dia de Hiroshima</p>
<p><strong>Dia Interamericano de Qualidade do Ar &#8211; </strong> celebrado anualmente na segunda sexta-feira do mês de agosto, é uma data destinada a conscientizar a população a respeito da contaminação atmosférica e de seus efeitos na saúde pública.</p>
<p style="text-align: justify;">Criada pela Associação Interamericana de Engenharia Sanitária e Ambiental (a AIDIS), a data é celebrada simultaneamente em 32 países da América Latina e Caribe. Seu lançamento foi feito em 9 de agosto de 2002, na cidade brasileira de São Paulo, pelo presidente da entidade, Carl-Axel P. Soderberg.</p>
<p>09 &#8211; Dia Internacional dos Povos Indígenas</p>
<p>11 &#8211; Dia do Estudante</p>
<p>14 &#8211; Dia do Combate à Poluição</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Setembro</strong></p>
<p>03 &#8211; Dia do Biólogo</p>
<p>05 &#8211; Dia da Amazônia</p>
<p>09 &#8211; Dia do Veterinário</p>
<p>11 &#8211; Dia do Cerrado</p>
<p>16 &#8211; Dia Internacional de Proteção da Camada de Ozônio</p>
<p>        Dia Internacional para a Prevenção de Desastres Naturais</p>
<p>18 &#8211; Dia Mundial de Limpeza do Litoral</p>
<p>19 &#8211; Dia Mundial pela Limpeza da Água</p>
<p>21 &#8211; Dia da Árvore</p>
<p>21 a 26 &#8211; Semana da Árvore no Sul do Brasil</p>
<p>22 &#8211; Dia da Defesa da Fauna</p>
<p>         Dia da Jornada “Na Cidade Sem Meu Carro”</p>
<p>23 &#8211; Início da Primavera</p>
<p>27 &#8211; Dia do Turismólogo</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Outubro</strong></p>
<p>04 a 10 &#8211; Semana da Proteção à Fauna</p>
<p>04 &#8211; Dia Mundial dos Animais</p>
<p>         Dia da Natureza</p>
<p>         Dia do Cão</p>
<p>05 &#8211; Dia Mundial do Habitat</p>
<p>         Dia da Ave</p>
<p>12 &#8211; Dia do Mar</p>
<p>         Dia do Agrônomo</p>
<p>15 &#8211; Dia do Professor</p>
<p>         Dia do Educador Ambiental</p>
<p>27 Dia do Engenheiro Agrícola</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Novembro</strong></p>
<p>01 &#8211; Dia Nacional da Espeleologia</p>
<p>05 &#8211; Dia da Cultura e da Ciência</p>
<p>20 &#8211; Dia da Consciência Negra</p>
<p>24 &#8211; Dia do Rio</p>
<p>30 &#8211; Dia do Estatuto da Terra</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Dezembro</strong></p>
<p>14 &#8211; Dia do Engenheiro de Pesca</p>
<p>15 &#8211; Dia do Jardineiro</p>
<p>21 &#8211; Início do Verão</p>
<p>31 &#8211; Dia da Esperança</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O que é Ecologia Social? Murray Bookchin</title>
		<link>http://www.agenciaecobrasil.com.br/artigos/o-que-e-ecologia-social-murray-bookchin/</link>
		<comments>http://www.agenciaecobrasil.com.br/artigos/o-que-e-ecologia-social-murray-bookchin/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 01:38:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lili</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Este é um trecho do ensaio “O que é Ecologia Social?” (What is Social Ecology?) de Murray Bookchin, importante autor na intersecção entre anarquismo e ecologia, que faleceu em 2006.
“Cresça ou Morra” – Murray Bookchin.
Assim como as hierarquias e as estruturas de classe haviam adquirido momento e permeado muito da sociedade, também o mercado começou [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a href="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/06/ecologiasocial1.jpg" rel="fancybox-gallery"><img class="aligncenter size-medium wp-image-558" title="ecologiasocial" src="http://institutoecobrasil.org/wp-content/uploads/2010/06/ecologiasocial1-198x300.jpg" alt="" width="198" height="300" /></a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>Este é um trecho do ensaio “O que é Ecologia Social?” (What is Social Ecology?) de Murray Bookchin, importante autor na intersecção entre anarquismo e ecologia, que faleceu em 2006.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>“Cresça ou Morra”</strong> – Murray Bookchin.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Assim como as hierarquias e as estruturas de classe haviam adquirido momento e permeado muito da sociedade, também o mercado começou a adquirir uma vida própria e extender seu alcance além de algumas poucas regiões às profundezas de vastos continentes. Onde a troca havia sido primariamente um meio de prover necessidades essenciais, limitadas por guildas ou por restrições morais e religiosas, a troca de longa distância subverteu esses limites. Não apenas a troca colocava grande importância na técnicas para a produção crescente, ela também se tornou a progenitora de novas necessidades, muitas delas totalmente artificiais, e deu um tremendo ímpeto ao consumo e ao crescimento do capital. Primeiro no norte da Itália e nas terras baixas européias, e depois – e mais decisivamente – na Inglaterra durante os séculos XVII e XVIII, a produção de bens exclusivamente para venda e lucro (a produção da mercadoria capitalista) rapidamente pôs de lado todas as barreiras sociais e culturais para o crescimento do mercado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ao fim do século XVIII e XIX, a nova classe industrial capitalista, com seu sistema de indústrias e dedicação à expansão ilimitada, havia embarcado na colonização de todo o mundo, incluindo a maioria dos aspectos da vida pessoal. Ao contrário da nobreza feudal, com seus estimados castelos e terras, a burguesia não tinha lar senão no mercado e nos cofres dos bancos. Como classe, tornou mais e mais do mundo um domínio das fábricas. Nos mundos antigos e medievais, empresários haviam normalmente investido lucros na terra e viviam como povo do campo, dados os preconceitos de seus tempos contra os ganhos “de má origem” do comércio. Mas os capitalistas industriais do mundo moderno deram à luz um mercado amargamente competitivo que colocava um alto valor na expansão industrial e no poder comercial que lhe seguia, funcionando como se o crescimento fosse um fim em si mesmo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na ecologia social é crucialmente importante reconhecer que o crescimento industrial não resultava e não resulta de mudanças apenas na cultura – ainda menos do impacto da racionalidade científica e tecnológica sobre a sociedade. O crescimento ocorre acima de tudo por fatores duramente objetivos criados pela expansão do próprio mercado, fatores que são praticamente insensíveis a considerações morais e tentativas de persuassão ética. De fato, apesar da associação próxima entre o desenvolvimento capitalista e a inovação tecnológica, o imperativo mais impulsionante de uma empresa no cruel mercado capitalista, dada a competição barbaramente desumanizadora que prevalece lá, é a necessidade de uma empresa de crescer para evitar perecer na mão de seus rivais igualmente bárbaros. Por mais que a ganância possa ser uma força motivadora, a pura sobrevivência exige que o empresário deva expandir o aparato produtivo dele ou dela para permanecer à frente dos outros. Cada capitalista deve, resumidamente, tentar devorar os rivais dele ou dela – ou por eles ser devorado. A chave para essa lei da vida – para a sobrevivência – é a expansão, e a necessidade para lucros cada vez maiores, a serem investidos, por sua vez, em expansão posterior. De fato, a noção de progresso, que uma vez já havia sido identificada como uma fé na maior cooperação e cuidado entre os seres humanos, é agora cada vez mais identificada com maior competição e crescimento econômico irresponsável.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O esforço de muitos teóricos ecologistas bem-intecionados e seus admiradores em reduzir a crise ecológica a uma crise cultural ao invés de social desorienta e leva ao erro. Por mais bem-intecionado ecologicamente que um empresário possa ser, a dura realidade é que a própria sobrevivência dele ou dela no mercado exclui o desenvolvimento de uma orientação ecológica significativa. A adoção de práticas ecológicas fortes coloca um empresário moralmente preocupado numa desvantagem enorme, de fato fatal, numa relação competitiva com seu rival – que, operando sem regras ecológicas ou preocupações morais, produz mercadorias baratas a custos baixos e tira maiores lucros para futura expansão de capital. O mercado tem sua própria lei de sobrevivência: apenas os mais inescrupulosos pode chegar ao topo na luta competitiva.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">De fato, na medida em que movimentos ambientais e suas ideologias buscam apenas moralizar quanto à malvadeza da nossa sociedade anti-ecológica e pedem mudanças em estilos de vida e atitudes pessoais, eles obscurecem a necessidade para ação social concertada e tendem a desviar a luta por mudança social de longo alcance. Enquanto isso, as corporações estão habilmente manipulando o desejo popular por práticas pessoais ecologicamente fortes ao cultivar miragens ecológicas. A Mercedes-Benz, por exemplo, clama numa propaganda de revista de duas páginas, decorada com pinturas de um bisão de uma caverna paleolítica, que “nós devemos trabalhar para tornar o progresso mais sustentável ecologicamente ao incluir temas ambientais no planejamento de novos produtos.”[i] Tais mensagens são lugar-comum na Alemanha, um dos países mais poluentes da Europa ocidental. Essas propagandas são igualmente manipuladoras nos Estados Unidos, onde os poluidores-chefe declaram piamente que, para eles, “cada dia é Dia da Terra.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O ponto que a ecologia social enfatiza não é que persuasão moral ou espiritual não sejam necessárias; elas são necessárias e podem ser educativas. Mas o capitalismo moderno éestruturalmente amoral e portanto insensível a apelos morais. O mercado moderno é levado por imperativos próprios, independentemente de que tipo de CEO se senta no banco de motoristas da corporação ou se segura em suas barras de segurança. A direção que essa corporação segue não depende das prescrições éticas ou inclinações pessoais mas em leis objetivas de perda, crescimento ou morte, devorar ou ser devorado, e por aí. A máxima “negócios são negócios” nos diz explicitamente que fatores éticos, religiosos, psicológicos e emocionais não tem virtualmente espaço algum no mundo predatório da produção, lucro e crescimento. É tremendamente enganador acreditar que podemos mudar esse mundo duro e praticamente mecânico em suas características objetivas simplesmente por meio de apelos éticos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Uma sociedade baseada na lei do “cresça ou morra” como seu imperativo que tudo permeia deve por necessidade ter um impacto devastador sobre a primeira natureza. Tampouco o “crescimento” aqui se refere ao crescimento populacional; a atual idéia que os países de crescimento populacional são os ecologicamente mais danosos não procede; ao contrário, os mais sérios violadores dos ciclos ecológicos se encontram nos grandes centros do mundo, que envenenam não apenas água e ar mas produzem os gases do efeito estufa que ameaçam derreter as calotas de gelo e inundar vastas áreas do planeta. Imaginemos que pudéssemos cortar a população do mundo ao meio: o crescimento da espoliação da terra mudaria? O Capital continuaria a insistir que seria “indispensável” ter dois ou três de cada bem doméstico, veículos motorizados ou “gadget” eletrônico quando um seria já ótimo, ou talvez demais. Além disso, os militares continuariam a exigir cada vez mais instrumentos letais de morte e devastação, e novos modelos lhes seriam fornecidos anualmente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nem tampouco tecnologias mais “soft”, se produzidas num mercado cresça-ou-morra, deixariam de ser usadas para fins capitalistas destrutivos. Há dois séculos, vastas áreas de floresta na Inglaterra foram transformadas em combustível para forjas de ferro que não haviam mudado muito desde a Idade do Bronze, e velas comuns guiavam os navios abarrotados de mercadorias para todas as partes do mundo até bem adentro do século XIX. De fato, muito dos Estados Unidos foi limpo de suas florestas, vida nativa e habitantes aborígenes com ferramentas e armas que, embora um pouco modificadas, seriam reconhecidas por homens da Renascença muitos séculos antes. O que as técnicas modernas fizeram foi acelerar um processo que já estava bem a caminho desde o fim da Idade Média. Elas não podem ser tidas como unicamente responsáveis por práticas que aconteciam havia séculos; elas só aumentaram o dano causado pelo sistema de mercado sempre a se expandir, cujas raízes, por sua vez, estavam numa das transformações sociais mais fundamentais da história: a elaboração de um sistema de produção e distribuição baseado na troca ao invés da ajuda complementar e mútua.</span></p>
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